quinta-feira, 9 de julho de 2009

Pesquisa conclui que atletas deveriam beber cerveja todo dia. E você, já bebeu a sua hoje?

O Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) da Espanha divulgou documento a favor do consumo de cervejas, de forma moderada, para os atletas como fonte de hidratação diária. “Idoneidade da cerveja na recuperação do metabolismo dos desportistas” foi apresentado esta semana. As conclusões são baseadas em relatórios e pesquisas de especialistas em medicina, fisiologia e nutrição da Universidade de Granada com o aval do CSIC. Quem defende a tese é o cardiologista e ex- jogador de basquete da seleção espanhola, Juan Antonio Corbalán.
Segundo os estudiosos, os componentes da cerveja ajudam na recuperação do metabolismo hormonal e imunológico depois da prática desportiva de alto rendimento e também favorece a prevenção de dores musculares. Assim como a água, a cerveja cumpre a mesma função. Mas sem excesso, pois grande quantidade de álcool não se metaboliza e, por isso, afeta o sistema nervoso central.

Realizado em dois anos, o estudo recomenda o consumo de três tulipas de 200 ml de cerveja (ou de 20 g a 24 g de álcool) para homens e duas para mulheres (10 g a 12 g) por dia; volume que os autores do relatório definem como moderada. Os testes finais foram feitos com 16 atletas universitários com idades entre 20 e 30 anos. No caso dos desportistas o indicado é beber durante as refeições. Nunca momentos antes de praticar exercícios nem logo depois. O intervalo indicado para a cervejinha da hidratação é de duas horas antes ou depois de suar.

De acordo com os pesquisadores, a cerveja contém 95% de água e é a bebida alcoólica com menor gradação (5% em média). Uma tulipa de 200 ml possui 90 calorias, o mesmo que um copo de suco de laranja. O estudo destaca ainda que a cerveja contém substratos metabólicos que substituem algumas substâncias perdidas durante o exercício físico como aminoácidos, minerais, vitaminas e antioxidantes.

Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, 4 de maio de 2009

essa é pro Fael


domingo, 3 de maio de 2009

dá-lhe Timão


quarta-feira, 29 de abril de 2009

dia de folga

Sinhazinha, buteco no Flamengo, no Rio. No balcão Bebudo, Romílio, Clementina, Bené. Do lado de dentro do balcão Tinoco fica apenas olhando. Ramos esfrega a barba branca. Bebudo convida todos para uma 'linguiçada' no domingo. Logo depois vai até a mesa do lado de fora do bar e convida Rogério.

- Rogério, Estou combinando com o pessoal de trazer uma linguiça de Valença aqui no domingo. Aparece aí que o Ramos vai dar uma caprichada pra gente.

- Domingo? Domingo não posso, é meu dia de folga.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

rumo à final

Domingo foi dia de Corinthians. Bem ao estilo do Timão, gol da virada aos 48 do segundo tempo. Corinthians 2 x 1 São Paulo.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

ressaca, sempre ela

Não é de hoje que tenho uma dependência por coisas gordurosas, frituras, quando estou de ressaca. É, todo dia tenho vontade de comer uma besteira dessas. Um torresminho então, irresistível. Mesmo aquele de três dias no balcão do Ramos (no flamengo, em breve mais detalhes sobre o local), mesmo ele falando que não está legal, mesmo ele insistindo, mesmo o Bebudo falando que não deveria comer, lá vou eu, sempre me arriscando no torresmo. Em dias de ressaca então, aí que não dou ouvidos mesmo. Mas eis que de repente, não mais que de repente, uma pesquisa inglesa revela que um sanduíche de bacon é uma ótima pedida para a ressaca. O sanduíche acelera o metabolismo, ajudando na sensação de alívio – e consequentemente diminuindo o tempo sem beber. A pesquisadora da Universidade de Newcastle (Reino Unido) responsável pela pesquisa, Elin Roberts, explica: “enquanto o pão é rico em carboidratos, o bacon é em proteínas que se quebram em substâncias que proporcionam bem estar ao corpo.

Eu, sem qualquer perspectiva científica, acrescento que o sanduíche de bacon, acompanhado de uma cerveja gelada, é ainda melhor.

subway versus dogão

Hoje, pela falta de tempo, foi daqueles dias de comer um cachorro-quente no meio do caminho. Parei na Afonso Pena, na Tijuca, numa dessas barraquinhas de rua. Muito melhor que o do Subway (veja AQUI ). Não tinha nada de querer dobrar o recheio por determinado valor. A pergunta era simples. Completo? E a resposta também. Só não quero passas. E a melhor coisa, impossível de acontecer num subway da vida, é que dá pra pedir pro cara caprichar, mesmo que ele não capriche. Dá um gás aí na azeitona. Pô, põe mais um ovinho aí. Chedar? Pode ser. E independente da variação de quantidade do recheio, se dobrou ou não, continua o mesmo preço, os módicos três reais. Quatro com o guaravita. Sou mais dogão.

domingo, 5 de abril de 2009

o alvo e a bola

O Seu Joaquim era o português mais ingênuo que conhecíamos – embora fosse o único. Tinha uma barbearia em frente ao campinho da molecada – uma rua de paralelepípedos. E como ninguém tinha medo do seu Joaquim – porque já tinha fama de bobo só porque era português – e, criança tem dessas coisas, vivíamos jogando a bola de propósito no vidro da barbearia. Nunca havia quebrado, só escutávamos o Seu Joaquim gritando “seus moleques duma figa”. Porém, num belo dia, a bola – não sei se estávamos mais fortes nos chutes ou o vidro já estava desgastado pelos outros tantos – quebrou o vidro. Naquele dia ninguém ficou para escutar o que o Seu Joaquim tinha a dizer e até hoje (anos depois) o autor do disparo continua foragido. A pelada ficou interrompida por um bom tempo. Um bom tempo até Seu Joaquim aparecer lá em casa – infelizmente eu era o dono da bola – e, explicando que a bola havia furado na colisão com o vidro e percebendo que não jogávamos mais, pensou “ora pois, se a bola furou, deve ser exatamente por isto que não jogam mais”, então, resolveu dar-nos uma bola novinha. A pelada voltou, aos poucos, ao normal – com um único detalhe, nunca mais acertamos o alvo.

sábado, 4 de abril de 2009

tchau

Escrito na camisa de uma camarada: Adoro a Deus 24 horas por dia. Então tchau!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

vai o dobro aí?

Lugar que vende sanduíches. Uma espécie de self-service que você não se serve. Você escolhe e eles colocam. Depois de escolhido o pão e o recheio principal, vêm as opções. Já na escolha do tamanho do pão começou a luta.

- quer o pão de 30 centímetros por apenas dois reais e quarenta a mais?

- não, quero o tamanho que escolhi mesmo.

- mas por apenas dois reais e quarenta centavos o senhor pode levar um pão bem maior, senhor.

- não, deixa o pão do tamanho mesmo.

- quer dobrar a quantidade de queijo por noventa centavos senhor?

- como assim?

- por apenas noventa centavos o senhor pode dobrar a quantidade de queijo.

- mas vem pouco queijo?

- não senhor, mas por apenas noventa centavos o senhor pode dobrar a quantidade de queijo.

- a quantidade normal é só essas duas meias fatias?

- por apenas noventa centavos o senhor pode dobrar a quantidade de queijo. O senhor deseja fazer dobra a quantidade de queijo senhor?

- não, não, deixa com pouco queijo mesmo.

- o senhor deseja dobrar a quantidade de recheio por apenas dois reais e quarenta centavos senhor?

- mas vem pouco recheio também? Porque vocês não fazem um sanduíche bom que não precise de ficar dobrando tudo por não sei quanto?

- o senhor deseja senhor dobrar a quantidade de recheio senhor por apenas dois reais e quarenta centavos senhor?

- não, não. Faz o sanduíche normal aí.

- qual molho senhor?

- esse aqui, um nome xis lá, que é apimentado.

- o senhor deseja o molho apimentado senhor?

- repito o nome xis do molho, é apimentado? Então é esse.

- o senhor deseja o molho picante senhor?

- o molho que eu estou pedindo é apimentado? Então é.

- então o senhor deseja o molho picante senhor?

- ah, põe qualquer um, só quero o sanduíche...
PS: o da foto é 'dobrado'